sábado, 25 de outubro de 2008

Dei um aperto de saudade no meu tamborim...

... que nem o jazz, nem a fumaça puderam amenizar. Não há encantos, sem príncipe! Adeus.

Tudo permanece igual, as mesmas maculas, os mesmos gestos, os mesmos sons, o mesmo avesso sem sentido aparente. Somos todos Buendias!

Queria guardar dentro de minha caixa esse aperto em meu peito, que me traz a sensação de que por hora ele pulsa mais devagar. É uma caixa toda colorida, sabe? Cercada por bocas, olhos, mãos, afagos, brilhos, purpurinas, estrelas que mudam de cor, multicolor. Quem sabe lá dentro esse sentimento se confudisse, se emaranhasse , nos cachos loiros de Miguela, nas poesias desordenadas... Mas não, não é preciso em breve isso vai passar, o que me deixa intrigada. Mais de dez anos de presença, e presença nesse caso é calor, vão se amenizar de tal forma que... Somos todos Buendias!

... molhei o pano da cuíca com as minhas lágrimas. Vai manter a tradição, vai meu bloco tristeza e pé no chão.

2 comentários:

. disse...

Ainda não acredito que ele morreu.

Unknown disse...

Acho que ele esta brincando de esconde-esconde.