Ciclo novo, velho mundo, mesma linha imaginária. E como não ser repetitiva se a saudade é constante e os carros continuam entrando na noite com aquele mesmo ritmo esperado?
Teus vultos indesejados me inquietam e distraem, abrindo portas, entrando sala a dentro fora do tom, antes do tempo, numa melodia inconstante. Obrigando-me a tomar sol e a enfrentar antigos medos. E antes que me renda desinclino meu corpo, canto, danço, gozo e grito, livro-me da obrigação, externo teus sons, fomento minha paz.
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